23 de fevereiro de 2017

Pateo dos Solares Charm Hotel

Junto às muralhas de Estremoz, o Pateo dos Solares é um hotel de charme onde se sente um ambiente de campo.

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Estremoz é uma das minhas cidades do coração no Alentejo. Talvez seja pela brancura do mármore, pela torre da pousada ou pelas muralhas mas gosto de percorrer as ruas estreitas mais ou menos desertas. Curiosamente, esta foi a primeira vez que lá pernoitei, apesar do Pateo dos Solares já estar há muito na minha lista de hotéis a conhecer.
21 de fevereiro de 2017

O meu Porto

À semelhança do que aconteceu em 2012 e 2014, o Porto voltou a ser eleito o melhor destino europeu. Apercebi-me que nos últimos dois anos visitei-o várias vezes e coloquei a seguinte questão: afinal o que tem o Porto de tão especial?

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Não é que me deixe levar por modas mas o Porto é dos lugares que mais visitei nos últimos tempos. Durante anos achei-o feio, triste e cinzento. Custava-me ver as casas decrépitas e os espaços pouco cuidados. Isso mudou. O Porto de hoje é uma cidade muito diferente, renovada e requalificada.
13 de fevereiro de 2017

Aldeias Históricas de Portugal: Trancoso

É uma das Aldeias Históricas de Portugal e em Trancoso há muito para conhecer. Destro do núcleo amuralhado não faltam histórias, lendas e profecias e doces regionais com séculos de tradição.

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Após a visita a Marialva, desci até Trancoso, outra aldeia histórica de Portugal. Não me tinham aconselhado a paragem (que era frio, que havia lugares mais interessantes, já foram a Foz Côa? Têm também Mêda e Pededono) mas a decisão estava tomada. Após uma pesquisa rápida, pareceu-me que havia muito para conhecer e contactei o turismo para agendar uma visita guiada. Foi dos poucos em Portugal onde não me colocaram entraves, nem de horários nem de número de pessoas. Às vezes basta haver vontade.
1 de fevereiro de 2017

3 museus alternativos para conhecer em Madrid

O Museo Nacional del Prado, o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia e o Museo Thyssen-Bornemisza são dos principais e mais visitados em Madrid. No entanto, para quem já os conhece e procura uma alternativa cultural, recomendo três que não irão desapontar.

1 – Museo Arqueológico Nacional

Localizado no bairro de Salamanca e junto à Plaza de Cólon, é O museu para os apaixonados por arqueologia. Dediquei-lhe uma tarde mas quem pretender uma visita mais aprofundada pode bem aqui passar um dia ou mais. Levei uma brochura com as 10 obras consideradas imperdíveis mas a meu ver são muitas mais. Comecei por visitar as peças referentes à Pré-História, onde se destaca a Estela de Solana de Cabañas e fui avançando no tempo e nos pisos até à Idade Moderna. A Dama de Elche, que vi pela primeira vez há tantos anos num livro de arqueologia, estava diante de mim, qual figura enigmática que apenas quer ser admirada. Identidades à parte, é uma peça belíssima, de uma grande mestria. Mas há mais. Grandes estátuas romanas, painéis de mosaicos com representações dos meses e das estações, artefactos egípcios e a grande coleção de cerâmica grega. No entanto, uma das obras que mais me impressionou foi um crucifixo em marfim que D. Fernando e Dona Sancha ofereceram à Igreja de San Isidoro em Léon.

3 museus alternativos para conhecer em Madrid
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25 de janeiro de 2017

Mercados de Madrid

Se em Lisboa a adaptação dos mercados a espaços gastronómicos veio para ficar, em Espanha, nuestros hermanos já nos levam um bom avanço. Na minha última visita a Madrid fui conhecer alguns e fiquei surpreendida.

1 - Mercado de San Antón

No Bairro da Chueca, um dos mais típicos e movimentados de Madrid, o Mercado de San Antón é um espaço moderno com vários pisos. No rés do chão mantém-se a venda de frutas, legumes, charcutaria e até um balcão de peixe onde se pode comer ostras. Subindo no elevador ou escadas rolantes chegamos ao último piso com vários tipos de cozinha. Muitos dos balcões têm os pratos em exposição para que o cliente saiba exatamente o que lhe vão servir. Há comida japonesa, grega, da Andaluzia, grelhados, marisco e foie gras. A Imperial tem comida mais elaborada e espaço próprio de degustação. Um rabo de toro em vinho tinto (14€) e uma travessa de batata frita (3€) dá à vontade para dois. Quem não tiver vertigens pode almoçar tranquilamente junto às divisórias de vidro, enquanto observa a agitação própria do mercado.

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22 de janeiro de 2017

Novo Ano Chinês

Começa apenas dia 28 de Janeiro mas as comemorações já se iniciaram este sábado. A Almirante Reis e o Martim Moniz encheram-se de cor para receber o novo ano do galo.

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O desfile estava marcado para as 11 horas da manhã e como era a primeira vez que ia assistir com o meu filho, cheguei cedo. Na Praça do Martim Moniz já se começavam a expor alguns produtos do extremo oriente. Segui o fluxo de pessoas em direção à Igreja dos Anjos. Pelo caminho, os vários estabelecimentos começam a preparar as montras com uma panóplia de fritos cujo cheiro chega a vários metros de distância.
17 de janeiro de 2017

Já pode provar o mundo no Seixal

Abriu há cerca de um mês e já é uma referência no Seixal. À frente do Mundet Factory está João Macedo, ex-concorrente do Masterchef, que promete uma cozinha exótica, dos quatro cantos do mundo.

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Passam poucos minutos das 13 horas e atrás de mim formou-se um pequeno grupo. Empurro a porta, cujo puxador é uma chave de porcas e entro no Mundet Factory.
– Boa tarde. Mesa para 8?
– Boa tarde. Não, somos 2 com um bebé.
– Então entrem nessa porta à direita (atenção que é de correr) que já os acompanham à mesa.
A sala inundada por um quente sol de inverno está praticamente cheia, com algumas mesas já reservadas. É João Macedo quem me recebe.
11 de janeiro de 2017

Casas do Côro: das ruínas ao requinte

Na aldeia histórica de Marialva, as Casas do Côro são o resultado do desejo de Cármen e Paulo Romão criarem um lugar singular, que juntasse a arte de bem receber beirã, a uma experiência enogastronómica, num ambiente exótico.

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O desejo de conhecer as Casas do Côro já era antigo. Achei que ideia de recuperar casas em ruína e transformá-las numa fusão de rural com um toque de glamour, sem nunca esquecer o conforto, eram motivos suficientes para me levarem à aldeia histórica de Marialva.