15 de outubro de 2018

Brunch no Asiate at Mandarim Hotel

Há uma experiência que os nova iorquinos não dispensam ao fim de semana: o brunch. Imbuída do espírito “live like a local”, reservei mesa para um dos lugares favoritos de quem lá mora e de quem está de visita: o Asiate at Mandarim Hotel. 


Fica no 35º piso com uma vista soberba sobre o Central Park e a Columbus Circle. O restaurante está sempre cheio e as mesas junto da janela são as mais concorridas. Efetuei uma reserva para o primeiro horário – 12h – e tive sorte: fiquei bem pertinho da janela. A vista é incrível.
2 de outubro de 2018

O bairro de Greenwich Village e um jantar na Casa Apicii

Greenwich Village era dos lugares que mais queria conhecer em Nova Iorque. Já esqueci o número de vezes a que assisti à série e filmes do Sexo e da Cidade. Aquele imaginário das lojas, dos prédios com três pisos, das inúmeras árvores e dos passeios largos onde apetece andar. Quase sem trânsito e sem ruído. 


O dia parecia mais frio do que o habitual. Por mais casacos, luvas e gorros que usasse, nada era suficiente para combater os míseros 5ºC que se sentiam. E se durante a manhã o passeio pelo bairro de Chelsea até tinha conhecido algum sol, durante a tarde as nuvens tomaram conta do céu.
24 de setembro de 2018

Festa das Vindimas Carlos Lucas


Na Quinta de Santa Maria, em Cabanas de Viriato, celebrou-se a Festa das Vindimas de Carlos Lucas. Um dia em cheio para brindar com alguns dos melhores vinhos do enólogo. 

Carlos Lucas é dos enólogos mais conceituados do Dão. Recentemente, bebi o Encruzado branco no restaurante Pesca, onde o chef Diogo Noronha coloca na mesa o que de melhor o mar nos dá, num verdadeiro elogio. Mas já há uns meses, num jantar na Mesa de Lemos, o Ribeiro Santo Espumante Blanc de Noirs acompanhou quatro belíssimas entradas criadas pelo chef Diogo Rocha. Estes são, acima de tudo, as duas criações do enólogo Carlos Lucas que mais aprecio.
17 de setembro de 2018

Pesca: um elogio ao mar

Aberto há um ano, o Pesca é dos restaurantes mais carismáticos da actualidade lisboeta. Diogo Noronha aposta nos produtos do mar para criar memórias gastronómicas nos que procuram “tudo menos o óbvio”.


Chego ao Pesca às 20h20. Tinha previamente ligado para reservar mesa mas o meu pedido para as 20h00 foi recusado.
-Pode ser para as 20h30?
Ninguém me explicou o motivo e eu também não perguntei, mas perante menos de 10 pessoas no restaurante, não entendi a recusa.
A recepção foi de enorme simpatia, incluindo todos os elementos presentes na cozinha aberta que cumprimentam os clientes à passagem.
5 de setembro de 2018

Herdade do Rocim

Localizada entre a Vidigueira e Cuba, a Herdade do Rocim prima pelo respeito ao terroir. Destes solos arenosos e franco-argilosos saem vinhos frescos e minerais mas também representativos de um património cultural com mais de 2000 anos. A nova enologia associada a conhecimentos ancestrais voltou a apostar nos vinhos de talha.

Herdade do Rocim, vinhos Herdade do Rocim, herdades vínicas Alentejo, enoturismo Alentejo, vinhos de talha, enóloga Catarina Vieira

Todas as adegas que visito têm sempre uma história por detrás. Falaram-me da Herdade do Rocim durante a minha estada no Convento do Espinheiro. Todas as tardes, na antiga cisterna, os hóspedes são convidados para uma prova de vinhos do Alentejo e um dos escolhidos foi o Herdade do Rocim Tinto 2013. Também esteve em prova um vinho de talha de outra adega mas o escanção Cristiano Santos falou-me que o Rocim também os produz. A oportunidade de os provar surgiu agora durante uma viagem até ao Algarve.